Na verdade não queríamos mais do que tardar a partida. O tempo passa, corre sob os nossos pés, e nós somos imberbes no que toca a controlá-lo.
Deixamos escapar a hipótese de sermos crianças, mas alguma vez soubemos como o fazer?
Trago algures no coração as vitórias que não conquistei, mas almejo acima de tudo.
Proteje-me a alma (que eu nem sei como o fazer), desses ataques céleres e violentos.
Vou partir. Tu também, ele também.
até um dia. Seja breve.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário